Estamos em 2012 e, num certo sentido, de uma determinada perspectiva, bem que se pode dizer que estamos também numa «época de apocalipses», de Mundo chegar ao seu término… pelo menos segundo as lendas que envolvem o alegado «calendário Maia». Pelo que, agravados pela crise económica e pela (continuada, se bem que atenuada) ameaça terrorista, os cenários de distopias e de «dia do juízo final» persistem em permanecer nos imaginários individuais e colectivos. Sobre este tema, cinco sugestões de leitura… e correspondentes visionamentos de filmes referidos: «Ascensão das máquinas – Porque continuamos a regressar às visões de H. G. Wells de um futuro distópico»; «As dez mais extravagantes distopias futuras»; «Pode a ficção científica levar-nos para longe do colapso económico?»; «Escatologia no multiplex – Qual é o significado de o Mundo acabar uma e outra vez no ecrã»; «Tudo é péssimo – Ficção científica e os males da tecnologia».
AUTOR
Octávio dos Santos
Nasceu em Lisboa a 16 de Abril de 1965. Foi um dos alunos a concluir o primeiro seminário (especialização) de Sociologia da Comunicação da licenciatura em Sociologia do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa, tendo a sua tese sido orientada por José Manuel Paquete de Oliveira. É jornalista e foi redactor das revistas TVMais, África Hoje, Cyber.Net, Inter.Face e Comunicações; por artigos publicados nas três últimas foi distinguido (com, respectivamente, um primeiro lugar absoluto, uma menção honrosa e um co-primeiro lugar ex-aequo) em três anos consecutivos (1998, 1999 e 2000) pelo Prémio de Jornalismo Sociedade da Informação – galardão que voltou a ganhar em 2009. Colaborou também com, entre outros, A Capital, Blitz, CAIS, Diário de Notícias, Diário Digital, Diário Económico, Expresso, Finisterra, Fórum Estudante, Jornal de Leiria, Jornal de Negócios, O Diabo, O Professor, Público, Seara Nova, Semanário, Tempo Livre, Vértice e Vida Ribatejana. É autor de «Visões», livro inserido na colecção «Bibliotheca Phantastica» dirigida por António de Macedo (2003, Hugin; áudio-livro em 2005, SbH). É co-autor de «Os Novos Descobrimentos – Do Império à CPLP: Ensaios sobre História, Política, Economia e Cultura Lusófonas», escrito com Luís Ferreira Lopes e com prefácio de José Manuel Durão Barroso (2006, Almedina) – livro que recebeu uma menção honrosa no âmbito dos Prémios Culturais 2008 da Sociedade Histórica da Independência de Portugal. É o criador, organizador e um dos 14 autores participantes na antologia de contos de história alternativa «A República Nunca Existiu!» (2008, Saída de Emergência). É autor de «Espíritos das Luzes» (2009, Gailivro). Traduziu «Poemas» de Alfred Tennyson (2009, Saída de Emergência). É autor de «Um Novo Portugal – Ideias de, e para, um País» (2012, Fronteira do Caos). É o criador, co-organizador e um dos 18 autores participantes na antologia de contos de ficção científica e fantástico «Mensageiros das Estrelas» (2012, Fronteira do Caos). É autor de «Q - Poemas de uma Quimera» (2015, MIL). Iniciou em 2004 um projecto e respectiva equipa para a recriação virtual, em computação gráfica, do Teatro Real do Paço da Ribeira ou Ópera do Tejo (http://operadotejo.org). Participou, no mesmo ano, na campanha «Salve um Livro II» promovida pela Biblioteca Nacional de Portugal, tendo sido mecenas de «O Uruguai» (1769) de José Basílio da Gama; à BNP propôs, e com esta co-organizou, os colóquios «Arcádia Lusitana – 250 Anos» e «Cinco Livros de 1756» (2006). Propôs e co-organizou o congresso «Luís António Verney e a Cultura Luso-Brasileira do seu Tempo» (2013, na BNP), em comemoração dos 300 anos do nascimento daquele. Propôs e co-organizou o colóquio «Afonso de Albuquerque, 500 Anos – Memória e Materialidade» (2015, na BNP e na SHIP). É membro do Conselho Consultivo do Movimento Internacional Lusófono. É membro da Simetria/Associação Portuguesa de Ficção Científica e Fantástico, onde desenvolve, desde 2006, o projecto Simetria Sonora. Foi orador nos colóquios «Fórum Fantástico» (2007 e 2010) e «Mensageiros das Estrelas» (2010, 2012 e 2014).
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