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	<title>joão barreiros &#8211; Simetria FC&amp;F</title>
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	<description>Associação Portuguesa de Ficção Científica e Fantástico</description>
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	<title>joão barreiros &#8211; Simetria FC&amp;F</title>
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		<title>O Caçador de Brinquedos e Outras Histórias: Regresso ao futuro pela ironia cósmica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Campos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Aug 2014 15:50:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div><a href="http://1.bp.blogspot.com/-0qS9qmQggPs/U-4rS65TrUI/AAAAAAAAICw/Mq58jwAj6es/s1600/o%2Bca%C3%A7ador%2Bde%2Bbrinquedos.jpg"><img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-0qS9qmQggPs/U-4rS65TrUI/AAAAAAAAICw/Mq58jwAj6es/s1600/o%2Bca%C3%A7ador%2Bde%2Bbrinquedos.jpg" height="200" width="126"></a></div><div>Por estranho que possa parecer aos leitores mais novos (entre os quais me incluo), houve um tempo, e n&#227;o t&#227;o distante quanto isso, em que se publicava por c&#225; fic&#231;&#227;o cient&#237;fica em quantidade e tamb&#233;m em qualidade (pelo menos na selec&#231;&#227;o de t&#237;tulos). E essa publica&#231;&#227;o inclu&#237;a autores tamb&#233;m alguns autores portugueses, uns poucos que seguiram a traject&#243;ria habitual nos <i>fandoms</i>&#160;anglo-sax&#243;nicos de leitores &#225;vidos para f&#227;s entusiasmados para autores capazes de se afirmar pelos seus m&#233;ritos estil&#237;sticos, pela originalidade das suas vozes e pela sua capacidade de dar um cunho pessoal a conven&#231;&#245;es e ideias importadas de um g&#233;nero que, antes deles, pouca tradi&#231;&#227;o encontrava por c&#225;. <b>Jo&#227;o Barreiros</b>&#160;&#233; um desses leitores/f&#227;s/autores, formado no g&#233;nero durante os anos de ouro das colec&#231;&#245;es, tendo desenvolvido uma actividade &#237;mpar como editor, <a href="http://viagem-andromeda.blogspot.pt/2013/05/lisboa-no-ano-2000-lisboa-real-que.html">antologista</a>, tradutor e autor. Haver&#225; decerto outras ocasi&#245;es para explorar as restantes facetas de Barreiros; hoje, o tema ser&#225; a sua obra inicial enquanto autor, com a fic&#231;&#227;o curta compilada numa colect&#226;nea publicada na "colec&#231;&#227;o azul" da Caminho nos idos gloriosos de 1994: <i>O Ca&#231;ador de Brinquedos e Outras Hist&#243;rias</i>.</div><div><br></div><div>Que um livro como este <i>Ca&#231;ador de Brinquedos</i>&#160;n&#227;o seja hoje f&#225;cil de encontrar em qualquer estante de uma livraria que se preze, numa edi&#231;&#227;o revista com capa nova e um pequeno selo a indicar uma quarta ou quinta edi&#231;&#227;o (ou, neste ano de 2014, a assinalar o vig&#233;simo anivers&#225;rio da publica&#231;&#227;o original) diz praticamente tudo o que h&#225; a dizer sobre o <strike>estado</strike> estrago da fic&#231;&#227;o cient&#237;fica liter&#225;ria nacional, com os t&#237;tulos originais de outros anos votados ao esquecimento e relegados &#224;s actividades quase arqueol&#243;gicas dos alfarrabistas (e dos respectivos clientes), e com as novas edi&#231;&#245;es traduzidas a surgirem de forma t&#227;o isolada como fugaz. Quem tiver a sorte de encontrar um exemplar sobrevivente &#224;s labaredas dos nossos pequenos Montags editoriais ter&#225; nas m&#227;os n&#227;o s&#243; um tesouro de uma era perdida, como tamb&#233;m uma das mais importantes obras da fic&#231;&#227;o cient&#237;fica portuguesa.</div><div><br></div><div>Essa import&#226;ncia adv&#233;m n&#227;o tanto da quest&#227;o da raridade mas sobretudo por mostrar alguns dos primeiros textos de fic&#231;&#227;o de Jo&#227;o Barreiros, onde o autor come&#231;ou a dar forma ao seu estilo inconfund&#237;vel e aos temas e motivos que se tornaram mais ou menos recorrentes na sua obra. Como a desconstru&#231;&#227;o e a subvers&#227;o da iconografia e do imagin&#225;rio infantis, t&#227;o bem sintetizada no conto que d&#225; t&#237;tulo &#224; colect&#226;nea: <i>O Ca&#231;ador de Brinquedos</i>. &#201; uma pequena f&#225;bula, t&#227;o divertida somo sombria, na qual os brinquedos de que todos os mi&#250;dos gostam s&#227;o infectados com um estranho v&#237;rus cibern&#233;tico que os torna homicidas - e da&#237; &#224; guerra declarada para com os humanos adultos vai um pequeno passo, com o jovem Jimmy retido numa inf&#226;ncia f&#237;sica falsa em nome de uma vingan&#231;a pessoal. Ou o ataque mais ou menos velado &#224; literatura <i>mainstream</i>, eterno n&#233;mesis do g&#233;neros liter&#225;rios na percep&#231;&#227;o de in&#250;meros leitores: <i>Quatro milh&#245;es de Lolitas</i>&#160;&#233; tamb&#233;m isso, e mais - uma hist&#243;ria muito curiosa, capaz de dar a volta &#224;s expectativas dos leitores em v&#225;rios momentos. Como tamb&#233;m o s&#227;o as duas <i>Cr&#243;nicas do Ex&#237;lio Lunar</i>, duas hist&#243;rias que partilham um universo ficcional intrigante, no qual uma ra&#231;a alien&#237;gena designada como "Aranhetas" surge no Sistema Solar e causa o caos &#224; sua passagem - refreada apenas pelo seu apetite ao mesmo tempo org&#225;smico e mortal (literalmente) pela literatura humana. A imagem de uma criatura alien&#237;gena a liquefazer-se enquanto ouvem passagens de Shakespeare ou Beckett tem uma for&#231;a muito pr&#243;pria, e n&#227;o deixa quase de saber a uma pequena <i>vendetta</i>&#160;pessoal para com os "solil&#243;quios existenciais" da literatura dita "erudita".&#160;</div><div><br></div><div>Mas este <i>Ca&#231;ador de Brinquedos</i>&#160;esconde mais algumas p&#233;rolas. <i>Um dia com J&#250;lia na Necrosfera</i>&#160;ser&#225; talvez o melhor texto da colect&#226;nea - uma narrativa sombria que parece explorar os conceitos que Philip K. Dick apresentou no excepcional <i>Ubik</i>&#160;para os levar noutra direc&#231;&#227;o, mais pr&#243;xima do renegado Jory do que das personagens principais, Glen Runciter e Joe Chip. <i>Saldos</i>&#160;&#233; um ataque violento, hilariante e tr&#225;gico ao consumismo exacerbado atrav&#233;s de um desgra&#231;ado - os protagonistas de Barreiros tendem a s&#234;-lo - que se v&#234; apanhado, indefeso, nas malhas compulsivas de um centro comercial; um ataque que tenta tamb&#233;m em <i>A gaia-concorr&#234;ncia</i>, ainda que com menos efic&#225;cia. <i>Balada para um Kat&#225;strofopoeta</i>&#160;transforma a destrui&#231;&#227;o de Lisboa num <i>reality show</i>&#160;visto do c&#233;u, com um resgate ousado pelo meio. E <i>Kulturkomandos</i>&#160;e <i>Alice e a semente de Nyack-Nyack</i>, as duas excelentes hist&#243;rias que comp&#245;em as <i>Cr&#243;nicas do Ex&#237;lio Lunar</i>, concluem a colect&#226;nea numa nota alta, com a narrativa excepcional do primeiro e a premissa cativante do segundo a merecerem destaque.</div><div><br></div><div>&#201; claro que nem tudo em <i>O Ca&#231;ador de Brinquedos</i>&#160;funciona na perfei&#231;&#227;o. <i>A gaia-concorr&#234;ncia</i>&#160;e <i>Balada para um Kat&#225;strofopoeta</i>&#160;ser&#227;o porventura os textos mais fracos, ainda que ambos contenham elementos conceptuais de grande interesse e sirvam como exemplos da ironia refinada e do humor negro que se tornariam habituais na fic&#231;&#227;o cient&#237;fica de Jo&#227;o Barreiros. Algumas das refer&#234;ncias infantis poder&#227;o ser j&#225; excessivamente obscuras para um p&#250;blico contempor&#226;neo mais jovem (o urso Fozzy, por exemplo). E alguns dos contos - como os dois &#250;ltimos - acabam por saber a pouco. Nem por isso, por&#233;m, deixam de ser contos not&#225;veis pela constru&#231;&#227;o de mundo que exibem, pelas situa&#231;&#245;es que as suas personagens enfrentam, pelo absurdo ir&#243;nico e muito auto-consciente que se pode ler em cada linha. Com o b&#243;nus de que quem j&#225; estiver familiarizado com a restante obra de Jo&#227;o Barreiros - em particular com <i>Terrarium</i>,&#160;o <i>magmum opus</i>&#160;escrito a meias com Lu&#237;s Filipe Silva - encontrar&#225; aqui a g&#233;nese de muitos elementos e de v&#225;rias ideias que se tornariam relevantes mais tarde, devidamente viradas do avesso e refinadas pela ironia mais negra. Mais do que uma colect&#226;nea not&#225;vel,&#160;<i>O Ca&#231;ador de Brinquedos</i>&#160;&#233; um aut&#234;ntico "elo perdido" da fic&#231;&#227;o cient&#237;fica nacional - que, pela qualidade das suas narrativas e pela raridade da sua edi&#231;&#227;o, merece ser relembrado e partilhado com as novas gera&#231;&#245;es de leitores.&#160;</div><div><br></div><div><b>T&#237;tulo: <i>O Ca&#231;ador de Brinquedos e Outras Hist&#243;rias</i></b></div><div><b>Autor: Jo&#227;o Barreiros</b></div><div><b>Editora: Caminho</b></div><div><b>Ano: 1994</b></div><div><b>Formato: <i>Paperback</i></b></div><div><b>P&#225;ginas: 242</b></div><div><b>G&#233;nero: Fic&#231;&#227;o Cient&#237;fica</b></div><div><br></div>]]></description>
		
		
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		<title>João Barreiros (1952 &#8211; )</title>
		<link>http://viagem-andromeda.blogspot.com/2014/07/joao-barreiros-1952.html</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Campos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Jul 2014 08:30:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div><a href="http://4.bp.blogspot.com/-JJ93hrELdy0/U9nDBzcE2MI/AAAAAAAAH_c/QitfrfBtjIA/s1600/joao+barreiros.jpg"><img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-JJ93hrELdy0/U9nDBzcE2MI/AAAAAAAAH_c/QitfrfBtjIA/s1600/joao+barreiros.jpg" height="199" width="200"></a></div><div>No que &#224; fic&#231;&#227;o cient&#237;fica em l&#237;ngua portuguesa diz respeito, poucos nomes merecem o destaque de <b>Jo&#227;o Barreiros</b>, um dos seus mais ilustres praticantes, com uma actividade t&#227;o relevante como multifacetada ao longo das &#250;ltimas quatro d&#233;cadas - foi (e &#233;) autor, tradutor, cr&#237;tico, antologista, editor, e, aicma de tudo, f&#227; incondicional do g&#233;nero. Formado em Filosofia, desenvolveu a sua carreira liter&#225;ria em paralelo com a profiss&#227;o de professor do Ensino Secund&#225;rio; os seus primeiros contos publicados datam de 1977, numa edi&#231;&#227;o de autor intitulada <i>Duas F&#225;bulas Tecnocr&#225;ticas</i>. Alguma da sua fic&#231;&#227;o curta encontra-se reunida em v&#225;rias colect&#226;neas, como <i>O Ca&#231;ador de Brinquedos e Outras Hist&#243;rias</i>&#160;(1994), <i>A Verdadeira Invas&#227;o dos Marcianos</i>&#160;(2004) e <i>Se Acordar Antes de Morrer</i>&#160;(2010); outros contos encontram-se dispersos por v&#225;rias antologias e publica&#231;&#245;es profissionais e amadoras. Com Lu&#237;s Filipe Silva assinou <i>Terrarium: Um Romance em Mosaicos</i>, obra maior (na ambi&#231;&#227;o e no resultado) da fic&#231;&#227;o cient&#237;fica portuguesa, publicado em 1996 na entretanto extinta colec&#231;&#227;o "azul" da Caminho. <i>A Bondade dos Estranhos</i>, de 2007, &#233; o seu segundo romance.</div><div><br></div><div>Como antologista, organizou <i>Lisboa no Ano 2000</i>, antologia de 2012 publicada pela Sa&#237;da de Emerg&#234;ncia, na qual desenvolveu - e partilhou com outros autores - um universo ficcional retrofuturista de estilo <i>teslapunk</i>&#160;sob o mote de uma Lisboa alternativa na viragem do mil&#233;nio. Na qualidade de editor, teve a seu cargo as (infelizmente curtas) colec&#231;&#245;es de fic&#231;&#227;o cient&#237;fica das editoras Cl&#225;ssica e Gradiva; sob a sua orienta&#231;&#227;o foram publicados autores &#224; &#233;poca in&#233;ditos em Portugal como Dan Simmons, William Gibson ou&#160;Iain M. Banks.&#160;E traduziu romances como <i>The Eye of the Queen</i>, de Phillip Mann, <i>The Song of Kali</i>, de Dan Simmons, e <i>The Forever War</i>, de Joe Haldeman, entre v&#225;rios outros. As suas cr&#237;ticas liter&#225;rias foram publicadas em jornais como o <u>P&#250;blico</u>&#160;e <u>O Independente</u>, e nas revistas <u>Ler</u>&#160;e <u>Os Meus Livros</u>. Foi um dos membros fundadores da Simetria - Associa&#231;&#227;o Portuguesa de Fic&#231;&#227;o Cient&#237;fica e Fant&#225;stico, e em 1984 (h&#225; precisamente 30 anos) participou activamente na organiza&#231;&#227;o do c&#233;lebre Ciclo de Cinema de Fic&#231;&#227;o Cient&#237;fica, da Cinemateca de Lisboa e da Funda&#231;&#227;o Calouste Gulbenkian.</div><div><br></div><div>Jo&#227;o Manuel Barreiros nasceu a 31 de Julho de 1952, e assinala hoje o seu 62&#186; anivers&#225;rio.&#160;</div><div><br></div>]]></description>
		
		
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		<title>Inconsequências na Periferia do Império/Non-Events on the Edge of the Empire (Câmara Municipal de Cascais/Autores &#8211; Setembro 1996)</title>
		<link>http://memoriasfc.blogspot.com/2014/02/inconsequencias-na-periferia-do.html</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Álvaro de Sousa Holstein]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Feb 2014 01:31:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Cascais]]></category>
		<category><![CDATA[joão barreiros]]></category>
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		<title>Dagon n.º 6 – Capa de Pablo Fernández Angulo</title>
		<link>http://correiodofantastico.wordpress.com/2013/02/27/dagon-n-o-6-capa-de-pablo-fernandez-angulo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[igdrasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Feb 2013 17:07:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#160; A Dagon n.&#186; 6 estar&#225; dispon&#237;vel para download gratuito a partir de amanh&#227;! &#160; Roberto Bilro MendesFiled under: Uncategorized<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=correiodofantastico.wordpress.com&#38;blog=4751611&#38;post=2843&#38;subd=correiodofantastico&#38;ref=&#38;feed=1" width="1" height="1">]]></description>
		
		
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		<title>Pré-lançamento da antologia «Lisboa no Ano 2000» de João Barreiros no colóquio «Mensageiros das Estrelas»</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luís Richheimer de Sequeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Nov 2012 20:01:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[retrofuturista]]></category>
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					<description><![CDATA[O colóquio «Mensageiros das Estrelas», ainda a decorrer na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, viu uma série de lançamentos de antologias — desde o livro «oficial» do colóquio até uma antologia de banda desenhada (em simultâneo com uma mostra de pranchas, nos corredores da FLUL). «Lisboa no Ano 2000 — Uma antologia assombrosa [&#8230;]]]></description>
		
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		<title>João Barreiros lança &#8220;Se Acordar Antes de Morrer&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luís Richheimer de Sequeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 07:00:30 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Se Acordar Antes de Morrer]]></category>
		<category><![CDATA[gailivro]]></category>
		<category><![CDATA[joão barreiros]]></category>
		<category><![CDATA[livraria barata]]></category>
		<category><![CDATA[nuno fonseca]]></category>
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					<description><![CDATA[A editora Gailivro irá apresentar hoje, 22 de Abril de 2010, pelas 18h30, o lançamento do novo livro &#8220;Se Acordar Antes de Morrer&#8221; de João Barreiros, ilustre veterano da ficção científica portuguesa. A apresentação do livro, feita por Nuno Fonseca, decorre na Livraria Leya na Barata (Av. de Roma, 11A) em Lisboa. Uma sinopse do [&#8230;]]]></description>
		
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