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	Comentários para Simetria FC&amp;F	</title>
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	<description>Associação Portuguesa de Ficção Científica e Fantástico</description>
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		Comentário em Hélice, e não um moinho de vento por Junto ao rio real, uma batalha imaginária &#8211; Simetria FC&#38;F		</title>
		<link>https://simetria.org/helice-e-nao-um-moinho-de-vento/comment-page-1/#comment-65803</link>

		<dc:creator><![CDATA[Junto ao rio real, uma batalha imaginária &#8211; Simetria FC&#38;F]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Feb 2021 16:59:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[&#8230;] Foi em 2014 que dei a conhecer pela primeira vez Mariano Martin Rodriguéz, espanhol que estuda e divulga a literatura de ficção científica e de fantasia, e que, nesse âmbito, reserva(va) um particular interesse pelas obras de autores portugueses, tanto «antigos» como «modernos». A atenção do filólogo para com textos elaborados a oeste da sua fronteira continuou, e em 2020, para (o Nº 28 d)a revista Hélice, seleccionou, traduziu e introduziu trabalhos de três vultos oitocentistas nacionais: «Visão da confraternidade», de Teófilo Braga, «Deus», «A voluptuosidade e o amor» e «Primavera abortada», de Raul Brandão…… E «A Batalha do Caia», de José Maria Eça de Queiroz. A propósito do qual escreveu: «O primeiro género moderno de ficção de antecipação com um êxito maciço foi o que consiste na narração de guerras hipotéticas ocorridas num futuro próximo, guerras essas em que se utilizariam as armas mais modernas e os diferentes Estados-nações e impérios conteporâneos se enfrentariam para impor a sua vontade e redesenhar as suas fronteiras. (…) O título “A Batalha do Caia” anuncia o género de ficção de que se trata, tal como confirma em seguida um parágrafo introdutório escrito como o arranque das memórias de uma velha testemunha dos feitos, em desconformidade com a historiografia oficial. (…) Depois desta primeira sequência memorialística, o restante apresenta-se na terceira pessoa, primeiro com uma segunda sequência que resume esquematicamente os antecedentes geopolíticos que facilitaram a invasão de Portugal, seguida de uma terceira em que a invasão é narrada sintéctica mas detalhadamente. Depois da batalha decorrida nas margens do Caia, o rio fronteiriço entre Espanha e Portugal perto de Badajoz e de Elvas, a falta de aliados externos e a própria debilidade interna, causada pela corrupção política e pela educação deficiente do povo, obrigam os governantes portugueses, tanto a monarquia reinante como a junta republicana que lhe sucede, a recorrer a meios desesperados para defender Portugal, mas sem êxito devido à escassa preparação militar e económica da nação. Não nos encontramos, pois, ante uma ficção bélica nacionalista agressiva que glorifique as vitórias próprias com tácito desprezo das alheias. Ao contrário, para Eça de Queiroz são as carências da sua pátria as verdadeiras responsáveis da catástrofe. (…) Estando fundamentado ou não este temor, Eça de Queiroz parece fazer um certo eco n’” A Batalha do Caia” de um receio ante o país vizinho maior, que estimulou grandemente o nacionalismo português como reacção ao unionismo iberista. Além do mais, a imaginada invasão espanhola nem sequer dá lugar a essa união mas sim a uma mera diminuição do território português, mais de acordo com os usos imperialistas contemporâneos do que com os ideais de uma progressiva unificação dos territórios culturalmente afins como etapa para uma sonhada federação da Europa. A literatura de guerras futuras é um produto típico da era imperialista deste continente, e o texto de Queiroz reflecte perfeitamente aquela conjuntura, com a vantagem de que a sua brevidade intensifica o vigor da narração e da sua mensagem. (…)»Com esta sua análise Mariano Martin Rodriguéz contribui também para realçar e reforçar a importância de Eça de Queiroz para a literatura fantástica em Português, que eu já antes destacara. Uma constatação que, porém, tarda em ser reconhecida por outros investigadores. (Na imagem, a primeira página do manuscrito d’«A Batalha do Caia», guardado na Biblioteca Nacional de Portugal.) (Também no Queiroz150.) [&#8230;]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>[&#8230;] Foi em 2014 que dei a conhecer pela primeira vez Mariano Martin Rodriguéz, espanhol que estuda e divulga a literatura de ficção científica e de fantasia, e que, nesse âmbito, reserva(va) um particular interesse pelas obras de autores portugueses, tanto «antigos» como «modernos». A atenção do filólogo para com textos elaborados a oeste da sua fronteira continuou, e em 2020, para (o Nº 28 d)a revista Hélice, seleccionou, traduziu e introduziu trabalhos de três vultos oitocentistas nacionais: «Visão da confraternidade», de Teófilo Braga, «Deus», «A voluptuosidade e o amor» e «Primavera abortada», de Raul Brandão…… E «A Batalha do Caia», de José Maria Eça de Queiroz. A propósito do qual escreveu: «O primeiro género moderno de ficção de antecipação com um êxito maciço foi o que consiste na narração de guerras hipotéticas ocorridas num futuro próximo, guerras essas em que se utilizariam as armas mais modernas e os diferentes Estados-nações e impérios conteporâneos se enfrentariam para impor a sua vontade e redesenhar as suas fronteiras. (…) O título “A Batalha do Caia” anuncia o género de ficção de que se trata, tal como confirma em seguida um parágrafo introdutório escrito como o arranque das memórias de uma velha testemunha dos feitos, em desconformidade com a historiografia oficial. (…) Depois desta primeira sequência memorialística, o restante apresenta-se na terceira pessoa, primeiro com uma segunda sequência que resume esquematicamente os antecedentes geopolíticos que facilitaram a invasão de Portugal, seguida de uma terceira em que a invasão é narrada sintéctica mas detalhadamente. Depois da batalha decorrida nas margens do Caia, o rio fronteiriço entre Espanha e Portugal perto de Badajoz e de Elvas, a falta de aliados externos e a própria debilidade interna, causada pela corrupção política e pela educação deficiente do povo, obrigam os governantes portugueses, tanto a monarquia reinante como a junta republicana que lhe sucede, a recorrer a meios desesperados para defender Portugal, mas sem êxito devido à escassa preparação militar e económica da nação. Não nos encontramos, pois, ante uma ficção bélica nacionalista agressiva que glorifique as vitórias próprias com tácito desprezo das alheias. Ao contrário, para Eça de Queiroz são as carências da sua pátria as verdadeiras responsáveis da catástrofe. (…) Estando fundamentado ou não este temor, Eça de Queiroz parece fazer um certo eco n’” A Batalha do Caia” de um receio ante o país vizinho maior, que estimulou grandemente o nacionalismo português como reacção ao unionismo iberista. Além do mais, a imaginada invasão espanhola nem sequer dá lugar a essa união mas sim a uma mera diminuição do território português, mais de acordo com os usos imperialistas contemporâneos do que com os ideais de uma progressiva unificação dos territórios culturalmente afins como etapa para uma sonhada federação da Europa. A literatura de guerras futuras é um produto típico da era imperialista deste continente, e o texto de Queiroz reflecte perfeitamente aquela conjuntura, com a vantagem de que a sua brevidade intensifica o vigor da narração e da sua mensagem. (…)»Com esta sua análise Mariano Martin Rodriguéz contribui também para realçar e reforçar a importância de Eça de Queiroz para a literatura fantástica em Português, que eu já antes destacara. Uma constatação que, porém, tarda em ser reconhecida por outros investigadores. (Na imagem, a primeira página do manuscrito d’«A Batalha do Caia», guardado na Biblioteca Nacional de Portugal.) (Também no Queiroz150.) [&#8230;]</p>
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		<title>
		Comentário em Snow Crash — Jornada pelo Metaverso por Clarke e o último teorema de Fermat &#8211; Simetria FC&#38;F		</title>
		<link>https://simetria.org/snow-crash-jornada-pelo-metaverso/comment-page-1/#comment-65802</link>

		<dc:creator><![CDATA[Clarke e o último teorema de Fermat &#8211; Simetria FC&#38;F]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Aug 2020 09:56:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[&#8230;] livro &#8220;Cryptonomicon&#8220;de Neal Stephenson ( ver também) lê-se como uma introdução romanceada à criptografia ( e a alguma história, na altura da [&#8230;]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>[&#8230;] livro &#8220;Cryptonomicon&#8220;de Neal Stephenson ( ver também) lê-se como uma introdução romanceada à criptografia ( e a alguma história, na altura da [&#8230;]</p>
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		<title>
		Comentário em Arthur Charles Clarke (1917 – 2008) por Clarke e o último teorema de Fermat &#8211; Simetria FC&#38;F		</title>
		<link>https://simetria.org/651/comment-page-1/#comment-65801</link>

		<dc:creator><![CDATA[Clarke e o último teorema de Fermat &#8211; Simetria FC&#38;F]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Aug 2020 09:56:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[&#8230;] já está a venda na Amazon (com duas capas diferentes!). Sim eu sei que o Sir Clarke faleceu recentemente, mas, segundo a informação de que disponho teria o texto já muito avançado e como [&#8230;]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>[&#8230;] já está a venda na Amazon (com duas capas diferentes!). Sim eu sei que o Sir Clarke faleceu recentemente, mas, segundo a informação de que disponho teria o texto já muito avançado e como [&#8230;]</p>
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		<title>
		Comentário em Uma década com «Espíritos» por No «Jardim de Jarman» &#124; Simetria — Associação Portuguesa de Ficção Científica e Fantástico		</title>
		<link>https://simetria.org/uma-decada-com-espiritos/comment-page-1/#comment-65800</link>

		<dc:creator><![CDATA[No «Jardim de Jarman» &#124; Simetria — Associação Portuguesa de Ficção Científica e Fantástico]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2020 22:45:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[&#8230;] há 10 anos: a 25 de Abril de 2010 – um ano após o meu primeiro, «Espíritos das Luzes», ter sido apresentado em Lisboa – iniciei a redacção do meu segundo romance, também de ficção científica, mas que, ao [&#8230;]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>[&#8230;] há 10 anos: a 25 de Abril de 2010 – um ano após o meu primeiro, «Espíritos das Luzes», ter sido apresentado em Lisboa – iniciei a redacção do meu segundo romance, também de ficção científica, mas que, ao [&#8230;]</p>
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		Comentário em No Porto, dia 25 , para falar de HA por Redução à distopia &#124; Simetria — Associação Portuguesa de Ficção Científica e Fantástico		</title>
		<link>https://simetria.org/no-porto-dia-25-para-falar-de-ha/comment-page-1/#comment-65799</link>

		<dc:creator><![CDATA[Redução à distopia &#124; Simetria — Associação Portuguesa de Ficção Científica e Fantástico]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2020 23:26:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[&#8230;] e organizadora tanto do projecto (antologia colectiva de contos) «Winepunk» como do (primeiro) Encontro Internacional de História Mundial «e se?» (realizado na Reitoria da Universidade do Porto a 25 de Novembro do ano passado) assim esclareceu, [&#8230;]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>[&#8230;] e organizadora tanto do projecto (antologia colectiva de contos) «Winepunk» como do (primeiro) Encontro Internacional de História Mundial «e se?» (realizado na Reitoria da Universidade do Porto a 25 de Novembro do ano passado) assim esclareceu, [&#8230;]</p>
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		Comentário em A Monarquia «continuou» no Norte! por Redução à distopia &#124; Simetria — Associação Portuguesa de Ficção Científica e Fantástico		</title>
		<link>https://simetria.org/a-monarquia-continuou-no-norte/comment-page-1/#comment-65798</link>

		<dc:creator><![CDATA[Redução à distopia &#124; Simetria — Associação Portuguesa de Ficção Científica e Fantástico]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2020 23:25:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[&#8230;] Natália Cordeiro. A criadora e organizadora tanto do projecto (antologia colectiva de contos) «Winepunk» como do (primeiro) Encontro Internacional de História Mundial «e se?» (realizado na Reitoria [&#8230;]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>[&#8230;] Natália Cordeiro. A criadora e organizadora tanto do projecto (antologia colectiva de contos) «Winepunk» como do (primeiro) Encontro Internacional de História Mundial «e se?» (realizado na Reitoria [&#8230;]</p>
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		Comentário em E se eles não tivessem conseguido? por Na Lua com Leiria &#124; Simetria — Associação Portuguesa de Ficção Científica e Fantástico		</title>
		<link>https://simetria.org/e-se-eles-nao-tivessem-conseguido/comment-page-1/#comment-65797</link>

		<dc:creator><![CDATA[Na Lua com Leiria &#124; Simetria — Associação Portuguesa de Ficção Científica e Fantástico]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jan 2020 21:00:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[&#8230;] Michael Collins. Aqui registámos a efeméride, e interrogámo-nos sobre o que teria acontecido se eles não tivessem conseguido lá chegar. Mas conseguiram mesmo, assim realizando um sonho de milénios que antes se julgava [&#8230;]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>[&#8230;] Michael Collins. Aqui registámos a efeméride, e interrogámo-nos sobre o que teria acontecido se eles não tivessem conseguido lá chegar. Mas conseguiram mesmo, assim realizando um sonho de milénios que antes se julgava [&#8230;]</p>
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		Comentário em Uma década com «Espíritos» por «Esta obra é única» &#124; Simetria — Associação Portuguesa de Ficção Científica e Fantástico		</title>
		<link>https://simetria.org/uma-decada-com-espiritos/comment-page-1/#comment-65795</link>

		<dc:creator><![CDATA[«Esta obra é única» &#124; Simetria — Associação Portuguesa de Ficção Científica e Fantástico]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Dec 2019 20:30:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[&#8230;] 8 de Abril deste ano assinalei aqui os 10 anos da publicação do meu livro «Espíritos das Luzes». Então expressei a (quase) [&#8230;]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>[&#8230;] 8 de Abril deste ano assinalei aqui os 10 anos da publicação do meu livro «Espíritos das Luzes». Então expressei a (quase) [&#8230;]</p>
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		Comentário em Sobre a República (ir)real, em Lisboa por No Porto, dia 25 , para falar de HA &#124; Simetria — Associação Portuguesa de Ficção Científica e Fantástico		</title>
		<link>https://simetria.org/sobre-a-republica-irreal-em-lisboa/comment-page-1/#comment-65793</link>

		<dc:creator><![CDATA[No Porto, dia 25 , para falar de HA &#124; Simetria — Associação Portuguesa de Ficção Científica e Fantástico]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Nov 2019 14:37:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[&#8230;] e ao qual pertence AMP Rodriguez, que comigo participou, no ano passado, no colóquio «República Irreal &#038; Fantástica» e que agora me convidou para esta iniciativa. [&#8230;]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>[&#8230;] e ao qual pertence AMP Rodriguez, que comigo participou, no ano passado, no colóquio «República Irreal &amp; Fantástica» e que agora me convidou para esta iniciativa. [&#8230;]</p>
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		Comentário em A Monarquia «continuou» no Norte! por No Porto, dia 25 , para falar de HA &#124; Simetria — Associação Portuguesa de Ficção Científica e Fantástico		</title>
		<link>https://simetria.org/a-monarquia-continuou-no-norte/comment-page-1/#comment-65791</link>

		<dc:creator><![CDATA[No Porto, dia 25 , para falar de HA &#124; Simetria — Associação Portuguesa de Ficção Científica e Fantástico]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Nov 2019 14:37:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[&#8230;] é organizada pela&#160;Invicta Imaginária, colectivo criativo responsável pelo projecto «Winepunk» e ao qual pertence AMP Rodriguez, que comigo participou, no ano passado, no colóquio [&#8230;]]]></description>
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