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	<title>WebFiction &#8211; Simetria FC&amp;F</title>
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	<description>Associação Portuguesa de Ficção Científica e Fantástico</description>
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	<title>WebFiction &#8211; Simetria FC&amp;F</title>
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		<title>O Surgimento das Espécies de Um Só Elemento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[WebFiction]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jul 2007 15:16:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WebFiction]]></category>
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					<description><![CDATA[O surgimento de novas espécies foi quase sempre na história do planeta Terra um processo lento. O tempo normal para a evolução natural produzir uma nova espécie é de alguns milhões de anos. Uma nova espécie num espaço de cem mil anos é um acontecimento raro. A evolução natural é processo lento de tentativa e [&#8230;]]]></description>
		
		
		
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		<title>A Gruta</title>
		<link>https://simetria.org/a-gruta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[WebFiction]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Mar 2006 13:53:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WebFiction]]></category>
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					<description><![CDATA[A gruta abria-se penetrante por baixo dele, as sombras difusas dos relevos que o envolviam quase o cegavam. Ele sentia a inevitável atracção da gravidade como se carregasse o mundo às costas, na sua mente uma vã esperança que o paraquedas suplente se abrisse a tempo de evitar a queda. Puxou o segundo cordão com [&#8230;]]]></description>
		
		
		
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		<title>O Homem não Tinha Pernas</title>
		<link>https://simetria.org/o-homem-nao-tinha-pernas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[WebFiction]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Mar 2006 13:51:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WebFiction]]></category>
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					<description><![CDATA[O homem não tinha pernas. Abria caminho através da multidão, penosamente, ajudado por dois braços curtos e fortes. Arrastava-se em direcção a um prato de plástico velho e sebento cheio de moedas. Quando finalmente alcançou o prato, deu-lhe um encontrão com o corpo que o fez deslizar velozmente pelo passeio com um tilintar furioso. E [&#8230;]]]></description>
		
		
		
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		<title>&#8230;impossível?</title>
		<link>https://simetria.org/impossivel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[WebFiction]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Mar 2006 21:47:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WebFiction]]></category>
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					<description><![CDATA[Nina, aproximou do vidro o seu rosto miúdo e sardento e com um sopro rápido, quase receoso, cobriu de gotinhas do vapor da respiração, as estrias de gordura da dedada que o seu olhar meticuloso detectara nos reflexos do ecrã. Depois, começou a passar uma flanela sobre a mancha, com movimentos calculados, sentindo o efeito [&#8230;]]]></description>
		
		
		
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		<title>O Interrogatório</title>
		<link>https://simetria.org/o-interrogatorio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[WebFiction]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Mar 2006 13:46:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WebFiction]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8211; Quem são vocês? Que querem de mim? Com que direito me tratam assim? Por que me raptaram?! &#8211; Nós é que fazemos as perguntas. Você deverá apenas responder de maneira breve, directa e sem disfarces. &#8211; Será que isto é um interrogatório? &#8211; Sim, mas constitui pura formalidade. Trabalhámos no vosso planeta durante muitos [&#8230;]]]></description>
		
		
		
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		<title>O jardim onde o tempo se desfez em pó</title>
		<link>https://simetria.org/o-jardim-onde-o-tempo-se-desfez-em-po/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[WebFiction]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Mar 2006 13:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WebFiction]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;Harry&#8221;, chamou ela, &#8220;parece-me que ainda continua&#8221;, mas o vento, apesar de fraco, levou as palavras para onde o seu marido não poderia ouvi-las. Suspirou e tentou ignorar a fadiga que o seu corpo sentia daquele curto passeio no jardim. Se mesmo esta distância tão curta já era demasiado para ela&#8230; Quereria aquilo dizer que [&#8230;]]]></description>
		
		
		
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		<title>Yadis</title>
		<link>https://simetria.org/yadis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[WebFiction]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 May 2005 13:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WebFiction]]></category>
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					<description><![CDATA[Realidade virtual: Ele entrara no quarto agora . Pegou seu disfarce no guarda roupas: um sobretudo cor de areia, chapéu, botas e um lenço preto que enrolou em volta da cabeça ao estilo dos árabes, deixando apenas seus olhos visíveis. Pensou por onde sairia daquela vez. Usar sempre a mesma porta para entrada e saída [&#8230;]]]></description>
		
		
		
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		<title>Humano</title>
		<link>https://simetria.org/humano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[WebFiction]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Aug 2004 21:52:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WebFiction]]></category>
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					<description><![CDATA[Carlos chegou ao escritório, uma vez mais estava sozinho, tentou lembrar-se de alguma vez ter visto outras pessoas ali mas não conseguiu. Sentou-se na secretária e olhou uns instantes para o teclado antes de começar a escrever. As teclas pareciam mais duras que o habitual&#8230; cada letra, cada símbolo apareciam no ecran de forma dolorosa. [&#8230;]]]></description>
		
		
		
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		<title>Morte Virtual</title>
		<link>https://simetria.org/morte-virtual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[WebFiction]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jul 2004 10:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WebFiction]]></category>
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					<description><![CDATA[Ele estava nervoso. O combate em Realidade Virtual (RV) estava prestes a começar. Para ele, um condenado, a vitória representava a liberdade, enquanto a derrota era a morte. Já para o seu adversário, um profissional, a derrota era, também, a morte, mas a vitória significava a riqueza. Os combates em RV eram um dos poucos [&#8230;]]]></description>
		
		
		
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		<title>A mulher que ardia</title>
		<link>https://simetria.org/a-mulher-que-ardia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[WebFiction]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jul 2004 10:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WebFiction]]></category>
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					<description><![CDATA[O delicado cheiro a rosas enchia o ar da noite. O sol espalhava os seus últimos raios sobre as nuvens que flutuavam altas no horizonte. Esfriava, e as nuvens começavam a mudar de cor: o laranja brilhante transformava-se lentamente em roxo e carmesim. No entanto, o homem permanecia no alpendre, de olhos silenciosos e sonhadores [&#8230;]]]></description>
		
		
		
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